Carta aos cotistas (2Q18)

“E se um dia ou noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: ‘Esta vida, assim como tu a vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda’ … Não te jogarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderias: ‘Tu és um deus, e nunca ouvi nada mais divino!’”